sexta-feira, 2 de abril de 2010

Índice Onomástico - Minha Querida Sputnik

Mais um índice onomástico de obra do autor japonês Haruki Murakami.

Desta vez, Minha Querida Sputnik (Objetiva, 2003).

Literatura:

Escritores:

Balzac, Honoré de – 200

Conrad, Joseph – 94, 97

Fitzgerald, Scott – 31

Goethe – 23

Homero – 233

Kerouac, Jack – 9, 11, 26, 36, 37

Soseki – 47


Livros:

Jane Eyre – 52

Lonesome Traveler – 9

Odisseia – 233

On the road – 9

Retrato de um artista quando jovem – 8


Cinema:

Filmes:

Meu ódio será sua herança – 151

Moscou contra 007 – 149

Quando fala o coração – 14


Diretores:

Besson, Luc – 79

Godard, Jean-Luc – 74

Peckinpah, Sam – 151


Atores:

Marx, Groucho – 77

Peck, Gregory – 14


Música:

Bach, Johann Sebastian – 16

Bartók – 56

Beethoven, Ludwig Van – 25

Bolan, Mark – 51

Brahms – 123, 124, 159

Chopin, Frederic – 26

Darin, Bob - 76

Debussy – 26

Gilberto, Astrud – 37

Lewis, Huey – 89

Liszt – 84

Mendelssohn – 56

Mozart, Wolfgang Amadeus – 23, 26, 172, 189, 229

Prokofiev – 26, 56

Ravel – 56

Schubert, Franz – 16

Schumann – 56

Vivaldi, Antonio – 84, 85

Músicas:

Mack the knife - 76

Danúbio azul – 166

Carros:

Alfa Romeo – 82

Citroën – 111

Jaguar – 230, 232

Peugeot – 98, 101

Toyota – 70, 74, 215


Outros:

Air France – 96

Amstel – 109

Bic – 209

Bond, James – 150

Buda – 145

Heineken – 97

Hitler, Adolph – 102

KLM – 95

Lênin – 72

Macintosh – 136

Marlboro – 17, 57

Mickey Mouse – 32, 38

Perrier – 40, 43

Ray-Ban – 223

Sócrates – 215

Stalin, Joseph – 58


Índice Onomástico - Caçando Carneiros

Dando prosseguimento à série de índices onomásticos....
Aqui, o Livro Caçando Carneiros, de Haruki Murakami (Estação Liberdade, 2001), tradução de Leiko Gotoda.

Literatura:


Escritores:

Conrad, Joseph – 289

Ginsberg, Allen – 12

Marx, Karl – 128

Mishima, Yukio – 17

Nietzsche – 48

Oe, Kenzaburo – 12

Proust, Marcel – 47

Wells, H. G. – 125


Livros:

Em busca do tempo perdido – 46

Irmãos Karamazov, Os – 142

Sherlock Holmes, As aventuras de – 161, 167, 179, 274, 278


Música:

B.B. King – 188

Beach Boys – 93

Beethoven, Ludwig Van – 201

Chopin, Frederic – 142

Cole, Nat King – 269

Crosby, Bing – 299

Deep Purple – 13

Doors, The – 13

Goodman, Benny – 302, 322

McCartney, Paul – 98

Rivers, Johnny – 151, 152

Rolling Stones – 13, 93


Canções:

Airmail Special – 302, 322

Johnny B. Goode – 152, 232

Midnight Special – 152

Roll Over Beethoven – 152

Secret Agent Man – 152

White Christmas – 299


Cinema:

Fawcett, Farah – 42

Marx, Groucho – 304

Marx, Harpo – 304

Olivier, Laurance – 94

Wayne, John - 270


Diretores:

Ford, John – 270

Hitchcock, Alfred – 250


Filmes:

Álamo – 270

Diabo a quatro, O – 304

Moby Dick – 197 , 198

Otelo – 94

Sete homens e um destino – 172

Star Wars – 164


Alimentos:

Campbell – 296

Coca-Cola – 25, 28, 235, 236

Cointreau – 296

Heineken – 145

Hershey’s – 323

Löwenbräu – 304


Outros:

Bela Adormecida – 173

Gêngis Khan – 210, 212

Gilette – 275

Golden Gate Bridge – 196

Hitler, Adolph – 132

Honda - 238

Levi’s – 146, 157

Nikon – 123

Pall Mall – 59

Pioneiros, Os – 174

Plutarco – 269

Toyota – 238, 276, 286, 290

Volkswagen – 81, 157


quarta-feira, 17 de março de 2010

Domínio Público NÃO vai fechar

Desde que o mundo é mundo, ou pelo menos desde que a internet é internet, recebo notícias falsas por email. Umas das mais recorrentes diz respeito ao portal Domínio Público. O Domínio Público, para quem não conhece, é um site que disponibiliza um vasto número de obras de autores nacionais e estrangeiros.

Desde logo depois de seu lançamento, em 2004, recebo a mensagem dizendo que o portal vai fechar por falta de acessos. O que é uma grande mentira. O portal vai funcionando muito bem e só aumenta o número de usuários e de obras cadastradas.

Entendo as boas intenções de quem repassa o email com o falso alerta para a sua lista inteira de contatos, mas às vezes também é bom divulgar a verdade. Abaixo, reproduzo um email de resposta do Domínio Público sobre a possibilidade de fechamento do site:

Prezada XXXX,

graças a seu interesse e participação, o Portal Domínio Público tem alcançado resultados cada vez melhores. Informamos que é falsa a notícia veiculada na internet e na mídia em geral sobre a possibilidade de desativação deste Portal, por suposto motivo de falta de acesso.

Atenciosamente,
Maiara Coutinho – Dominio Público

segunda-feira, 8 de março de 2010

O Nome da Rosa



A esta altura todo mundo já leu O Nome da Rosa, bestseller do escritor italiano Umberto Eco nos anos 80 - e, para muitos, seu melhor livro de ficção até hoje.

Mas pouca gente sabe que logo depois foi lançado por ele um livrinho chamado Pós-Escrito a O Nome da Rosa (tradução de Letizia Zini Antunes e Álvaro Lorencini) Digo livrinho pois é pequeno mesmo: 66 páginas em fonte grande (entrou para aminha reduzidíssima lista de livros que comecei e acabei no mesmo dia). O subtítulo é "As origens e o processo de criação do livro mais vendido em 1984".

Não vou falar nada, apenas colocar alguns trechos do livro (na verdade a ideia principal deste blogue, embora pouco executada):


"Um narrador não deve oferecer interpretações de sua obra, caso contrário não teria escrito um romance, que é uma máquina para gerar interpretações (...) O autor não deve interpretar. Mas pode contar como e por que escreveu."

"Meu romance tinha outro título de trabalho, que era A abadia do crime. (...) Meu sonho era intitulá-lo Adso de Melk. (...) A ideia de O nome da rosa veio-me quase por acaso e agradou-me porque a rosa é uma figura simbólica, tão densa de significados que quase não tem mais nenhum."

"O autor deveria morrer depois de escrever. Para não perturbar o caminho do texto."

"Escrevi um romance porque me deu vontade. Creio que seja uma razão suficiente para alguém pôr-se a narrar. O homem é um animal fabulador por natureza. Comecei a escrever em março de 1978, movido por uma ideia seminal. Eu tinha vontade de envenenar um monge."

"Só conheço o presente através da televisão, ao passo que da Idade Média tenho um conhecimento direto."

"Será que alguém pode dizer: 'Era uma bela manhã de fim de novembro' sem sentir-se Snoopy?"

"Entrar num romance é como fazer uma excursão à montanha: é preciso aprender a respirar, regular o passo, do contrário desiste-se logo."

"Narrar é pensar com os dedos."

"Escrever é construir, através de um texto, um modelo específico de leitor."

"No fundo, a pergunta básica da filosofia (como a da psicanálise) é a mesma do romance policial: de quem é a culpa?"

"Faz dois anos que me recuso a responder perguntas ociosas. Do tipo: sua obra é aberta ou não? Sei lá, isso é problema seu, não meu. Ou então: com qual de seus personagens você se identifica? Meu Deus, mas com quem se identifica um autor? Com os adversários, é obvio."

"Existe algo que me divertiu muito: toda vez que um crítico ou leitor escreveram ou disseram que um de meus personagens afirmava coisas modernas demais, pois bem, em todos esses casos e justamente nesses, eu tinha usado citações textuais do século XIV."

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Alegriazinha




Junte um brasileiro recém saído da sua banda em crise + um brasileiro de férias da sua banda americana de enorme sucesso + uma americana totalmente desconhecida . Bom... isso não diz absolutamente nada. Acrescentemos então que o trio se encontrou na California, e que os rapazes se tornaram velhos amigos em pouco tempo, e que a moça começou a namorar um dos rapazes, e que cada um começou a mostrar as composições que não ousavam mostrar para mais ninguém, e que começaram a fazer música juntos.

É....isso continua não dizendo coisa alguma sobre o Litlle Joy, banda formada por Rodrigo Amarante (ex-Los Hermanos), Fabrizio Moretti (The Strokes) e Binki Shapiro. O grupo lançou um CD de canções (em inglês e português, cantadas por Binki e Rodrigo) do tipo que não se ouvia nem nos EUA nem no Brazil. Elas têm um aparente descompromisso formal, de coisa de amigos se divertindo, dando ao disco um clima de agradável melancolia. É banda de um disco só? Provável, mas não importa agora...

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Como falar com garotas


O americano Alec Greven escreveu um livro com conselhos para relacionamentos amorosos chamado Como Falar Com Meninas (Editora Record, traduzido por Ana Ban). Claro que esse tipo de manual não é novidade, o que surpreende é que o autor tem apenas 9 anos de idade.

Alec escreveu o livro como uma tarefa escolar, e inspirou-se, diz ele, ao observar o comportamento dos colegas no recreio.

Abaixo, uma entrevista onde ele diz, entre outras coisas: "Se não der certo, você tem que saber superar. Porque se você não conseguir superar, isso certamente vai arruinar sua vida e persegui-lo para sempre. Como eu sempre digo, a vida é dura, siga em frente."




quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O Solista


Fui ver O Solista, filme baseado em história real ocorrida nos Estados Unidos. Um repórter entediado (Robert Downey Jr.) encontra por acaso um mendigo (Jammie Fox) violinista. Ao longo do filme descobrimos que o mendigo estudava cello em uma renomada escola de música e que, vítima da esquizofrenia, acabou abandonando tudo para morar nas ruas.

O filme é BEM chato. Arrastado. Monótono. Repetitivo. Cansativo. Não veja, a não ser que seja um estudante de psicologia, serviço social ou coisa que o valha com interesse em insuportáveis personagens esquizofrênicos.

Mas enquanto assistia ao filme, lembrei imediatamente de uma história muito similar acontecida aqui em Porto Alegre. Um menino chamado Ludwig, aos dez anos de idade, era considerado um prodígio do piano. Foi apresentado ao público na capa do Segundo Caderno da Zero Hora em 1996 como o solista de um recital que incluía Bach, Bartok e Beethoven. Tocava tudo isso sem partitura.

Recentemente, o mesmo jornal fez uma matéria para saber que fim o menino levou, já que não se ouviu mais falar dele. Hoje, aos 24 anos, não toca mais. Vaga pelas ruas do Centro, onde mora numa pensão. Já foi visto vendendo Cds piratas nasa ruas. Ainda hoje, quem o conheceu lamenta profundamente o seu destino.

A história está toda aqui, inclusive com um link para a primeira matéria, de 1996.
Sinceramente, é melhor ler a reportagem que ver o filme O Solista.

Nota do filme: 2,6